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15 Set 2026
EXTENSÃO

Docentes da Unifev otimizam a elaboração de avaliações com apoio de IA em oficina do Nadd

Formação capacitou professores da Instituição a utilizar comandos eficientes para a agilidade na geração de avaliações alinhadas às diretrizes do Inep e das DCNs

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ASSESSORIA DE COMUNICAÇÃO

O Núcleo de Apoio e Desenvolvimento Docente (Nadd) realizou, na manhã do último sábado (12/9), na Cidade Universitária, a oficina "Engenharia de prompts para itens de avaliação: alinhando de IA generativa às DCNs". A formação teve o intuito de capacitar os docentes sobre como estruturar, de forma prática e ágil, os comandos (prompts) na Inteligência Artificial, e aprimorar a criação de provas e demais atividades vinculadas às exigências do ensino superior. 

O objetivo do encontro foi unir praticidade e qualidade de ensino. Na formação, os professores aprenderam a orientar a Inteligência Artificial com clareza para que as questões criadas sigam as normas do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) e do ensino superior. Com comandos estruturados, os docentes conseguiram gerar casos práticos e questões de múltipla escolha completas com contexto realista, pergunta direta, resposta correta e alternativas baseadas nas dúvidas mais frequentes dos alunos.

A atividade contou com uma exposição dialogada, conduzida pelos Prof. Dr. Nilton Boer, Profa. Ma. Marlene Chinelato, Profa. Ma. Talitha Tonini de Oliveira e Prof. Esp. Ricieri Hiroshi Yoshizaki. Na sequência, os participantes utilizaram os computadores do laboratório de informática para explorar a prática dos prompts e simular a criação dos itens em tempo real.

Na oficina, os docentes revisaram e validaram o conteúdo gerado, garantindo que as provas afiram a aplicação prática do conhecimento, e não a memorização. 

Para o coordenador do Nadd, Prof. Dr. Anderson Bençal, a iniciativa mostra como a tecnologia pode facilitar rotinas e ao mesmo tempo garantir o alto nível acadêmico. "A proposta foi colocar a IA para trabalhar a favor do nosso tempo e da precisão técnica das provas, e não substituir o olhar do professor pela máquina. Quando o docente aprende a instruir corretamente a ferramenta, ele consegue produzir atividades contextualizadas, com questões bem elaboradas e fiéis às Diretrizes Curriculares Nacionais (DCNs). Quem ganha é o estudante, que passa a ser avaliado por ferramentas capazes de medir o raciocínio de forma efetiva”, explicou. 

Assessoria de Comunicação
Paula Araújo
MTb 46.145/SP
E-mail: comunicacao@unifev.edu.br